quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Causa nobre em benefício do menino João Vitor



Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
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>> Nosso grande amigo Marcos Nunes, coordenador de eventos do Cine-Theatro Central em Juiz de Fora, acaba de lançar uma campanha através de sua página no Facebook cujo objetivo é arrecadar recursos em benefício do tratamento especializado do menino João Vitor, de cinco anos, diagnosticado logo após seu nascimento com uma síndrome que prejudica a visão, além de outro diagnóstico que observou paralisia cerebral quando a criança tinha três anos.

Amigo da família de João Vitor, Marcos Nunes promove, neste sentido, a rifa de uma moto Honda CG Fan 125, com sorteio a partir dos quatro números finais da loteria Federal, do dia vinte de dezembro deste ano. Toda a renda resultante do procedimento será destinada para o tratamento do João Vitor. O Preço da ação entre amigos e demais contatos é de 25 reais. Quem puder contribuir pode entrar em contato com o Marcos através do FacebookMarcos Nunes é uma pessoa séria e merece nossa confiança e apoio diante da nobre causa.
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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Que voltem os cabelos naturais


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com


>> O recurso do embelezamento artificial remonta ao tempo em que se amarrava cachorro com linguiça. Nessa era modernosa, porém, as fêmeas  vaidosas andam a exagerar na dose tornando-se praticamente impossível ver uma mulher a bordejar no pedaço em sua mais pura essência.

A maioria delas excede na maquiagem e nos cabelos pintados de amarelo-canário. A impressão que se tem é de um produto feito em série, tudo igual, tudo padronizado de acordo com as normas ditadas pela racista indústria cosmética e aval dos mafiosos meios de comunicação. Mas parece que nem tudo está perdido.

Na internet, sobretudo no Facebook, têm surgido diversos grupos de mulheres em defesa da naturalidade feminina. Até mesmo algumas famosas artistas vêm abraçando a causa e deixando-se fotografar diante de sua verdadeira identidade estética.

Já passava mesmo da hora de surgirem coletivos contestatórios dos padrões de beleza europeus que nossas belas morenas e mulatas tentam imitar na marra. Um dos mais atuantes neste sentido é o "Encrespa Geral", — Instituto de Promoção Humana, Desenvolvimento Social e Cultural. O projeto incentiva o uso do cabelo natural, crespo e cacheado, a valorização da autoestima, estética e identidade negra. 

As ações do instituto englobam ainda, a divulgação da cultura popular afro-brasileira e africana, por meio de eventos periódicos em diferentes cidades brasileiras. Atualmente o uso do cabelo natural é um movimento crescente no Brasil e em diversas partes do mundo. De fato, uma fêmea discretamente trajada, sem esses artifícios exagerados, resplandece a beleza que nenhum recurso maquioso consegue superar. 

Em sua sabedoria de poeta da música, o mestre Caymmi já dizia em uma de suas canções: Marina, morena/ Marina, você se pintou/ Marina, você faça tudo/ Mas faça um favor/ Não pinte esse rosto que eu gosto/ Que eu gosto e que é só meu/ Marina, você já é bonita/ Com o que deus lhe deu.../.

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Corpo de Bombeiros merece todo respeito e consideração


Por Marcos Niemeyer
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>> Não é à toa que o Corpo de Bombeiros consagra-se como a instituição de maior credibilidade desses últimos tempos num país em que a corrupção e a desonestidade dos poderes constituídos deixaram de ser  regra e passaram a ser exceção.

Além de combater prontamente todo tipo de incêndio, capturar enxames de abelhas e marimbondos ou criar armadilhas para apanhar animais selvagens em situações de emergência, socorrer vítimas de acidentes em áreas urbanas ou rurais, etc, os bombeiros costumam atuar até mesmo em casos inusitados — do tipo subir em árvores para resgatar um filhote de gato que escapuliu da casa de seu dono e passou a miar piedosamente no galho mais alto de uma quaresmeira.

Na tarde desta terça-feira (25), os bombeiros deram nova prova de bravura e perseverança em benefício ao próximo. O fato ocorreu em Ubá, terra de Ary Barroso, cidade localizada na Zona da Mata mineira, a cerca de cem quilômetros de Juiz de Fora, quando um montador de móveis, de 43 anos, descuidou-se e teve sua carteira caída num bueiro com toda a quantia referente a um mês de seu árduo trabalho.

Desesperado, o homem acionou a corporação na tentativa de recuperar o que já estava praticamente perdido, já que o objeto havia descido pela manilha saindo do seu campo de visão. Como num passe de mágica, uma dupla de bombeiros compareceu ao local utilizando a técnica de linha direta, que consiste na formação paralela de mangueiras de uma polegada e meia que canaliza a água da boca de expulsão da viatura.

Ato contínuo, um militar do CB segurava uma peneira dentro de outro bueiro que fica na mesma via. Com a pressão, a carteira se deslocou, chegando ao ponto onde estava o bombeiro com a peneira. Mesmo com o susto do trabalhador, carteira e dinheiro foram recuperados (cerca de 760 reais).

Dezenas de pessoas que se aglomeraram no local para acompanhar a ação dos bombeiros aplaudiram merecidamente os responsáveis pelo fato. Se todas as instituições nacionais tivessem a honradez e o empenho do Corpo de Bombeiros, o Brasil seria um exemplo de conduta para o mundo.

Crédito da imagem: Tribuna de Minas
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terça-feira, 18 de julho de 2017

Cabra macho que se preze precisa rever seus conceitos


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com


>> Não são apenas as mulheres que tem uma data exclusiva dedicada a elas. Os homens também foram merecedores de algo idêntico  muito embora a "comemoração", no dia 15 de julho, o "Dia do Homem" brasileiro, passe despercebida. 

No aspecto internacional, o "Dia do Homem" é celebrado anualmente em 15 de novembro. Aliás, a data é tão desinteressante quanto o próprio homem modernoso. Há poucos dias, um "especialista" em masculinidades discorreu num programa de TV a respeito das aflições que vira e mexe colocam a figura masculina na berlinda.

O distinto falou, entre outras coisas, sobre a insegurança do macho desses novos tempos, quando o assunto é tentar mostrar-se um "atleta sexual" diante de sua parceira. Conforme observou, aumenta até mesmo entre os mais jovens o uso de Viagra e outros medicamentos do gênero na tentativa de não fazer "feio" sob os lençóis.

Ato contínuo lembrou algo público e notório, principalmente entre os mais jovens que é o hábito do culto ao corpo — uma espécie de doença que domina machos e fêmeas de forma avassaladora. De fato, esse mundão véio foi transformado num gigantesco desfile de formatos, durezas, ondulações e tamanhos, criando uma espécie de competição que desvia a atenção do principal, que é o rendimento sustentado das relações, ou em outras palavras, da simples vontade despojada pelo próximo.

Num encontro com altos níveis de desigualdade de deveres, como é essa eterna proximidade/conjunção carnal, o pavor de falhar toma conta dos miolos e a farmácia da esquina é o caminho mais rápido para manter-se "erecto". Durma-se com um barulho desse!

O cabra macho que se preze precisa encarar seus desejos com mais leveza, se quiser continuar respirando como nos velhos e bons tempos. Deixar de lado o fantasma dos medos, oriundos em sua maioria, pelos excessos do consumismo e pelos formatos midiáticos vigentes.

Quem disse, por exemplo, que pra ser macho e bonito tem que frequentar shopping center e academia, ser musculoso, tatuar até mesmo a própria bunda, andar de carrão do ano com o som em altíssimo volume funk, o tal do "sertanejo universitário" e o carayo a quatro? Uma vida mais simples, despojada de vaidade e consumismo desenfreado (sem falar do péssimo gosto musical) é, como diz o velho provérbio, que nem caldo de galinha: não faz mal a ninguém.

Em vez de ficar inventando moda, o homem modernoso precisa mesmo é amar mais (sem medo de tentar ser feliz), andar de mãos dadas com a namorada, pegá-la no colo, fazer versos e prosas pra ela, mordê-la da cabeça aos pés até a cama quebrar e por que não, lavar  inclusive  as calcinhas da bem-amada? Afrodite morreria de inveja, muito embora o sexo não seja tudo. Amor, cumplicidade e lealdade contam ponto. Às vezes, até mais que uma boa trepada.
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COSMOPOLITA

Um impactante vídeo de 37 segundos postado pelo radialista e promotor de eventos juiz-forano Douglas Polato no Instagram, mostra a Avenida Rio Branco, no centro de Juiz de Fora, numa tomada de cena aérea noturna. Terceira maior via urbana em linha reta do país, com cerca de seis quilômetros de extensão, lembra — guardando as devidas proporções —, a Avenida Paulista, em São Paulo. A grande quantidade de enormes edifícios ao longo da Rio Branco forma uma espécie de paredão, por onde circulam diariamente milhares de pessoas e veículos. Confira:


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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Atenção políticos: mirem-se na honestidade desses bons rapazes


Por Marcos Niemeyer
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>> Anderson dos Santos e Saulo Gage dos Reis (foto), cobrador e motorista respectivamente de ônibus urbano em Juiz de Fora, proporcionaram na manhã do dia quatro deste mês de julho uma prova de honestidade cada vez mais rara nesses tempos modernosos. 

No coletivo conduzido por eles que faz a linha Jardim Esperança/ Praça da Estação, em Juiz de Fora, os dois encontraram uma sacola com quatro mil reais. Ao abri-la, para ver se era algum documento, avistaram também um boleto bancário com o nome do dono do dinheiro. Imediatamente o motorista percebeu que conhecia o passageiro que havia perdido a quantia.

Era um aposentado, de setenta anos. Ambos moram no mesmo bairro. Em menos de uma hora, Saulo Gage foi até a casa do idoso devolver o valor encontrado. Duvido que se a grana tivesse sido achada por algum político — se bem que esses cafajestes não andam de busão — seria devolvida ao seu proprietário.

Mas nem tudo está perdido. Saulo e Anderson são um exemplo de profissionais dignos e honestos. Merecem, pois, todos os aplausos possíveis. Por outro lado, quem acha algo e devolve tem direito a ser recompensado. Isso mesmo: direito.

Não é algo que o dono do pertence pode ou não querer dar. Para evitar dúvida, o Código Civil estabelece algumas regras básicas. Ficando em apenas uma delas: quem restitui algo alheio achado tem direito a uma recompensa de cinco por cento.

Logo, se o valor restituído era de quatro mil, as duas pessoas deveriam receber duzentos reais como recompensa (e dividir igualmente entre si). Mas a lei não diz que esses cinco por cento precisam ser em dinheiro. Pode ser pago por meio de qualquer coisa que tenha valor financeiro e seja aceito por quem achou.
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