quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Bem-vindas, tropas do Exército!



Por Marcos Niemeyer
bcmniemeyer@gmail.com

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>> Enfim, uma medida acertada deste governo TEMERoso ao decretar intervenção federal na segurança (ou diante da falta dela) no Rio de Janeiro. Diante da gravidade da situação, que não é de agora, o fato já deveria ter ocorrido desde outros carnavais apesar de os radicais de plantão não enxergar a dimensão do caos e tentar desqualificar a medida.

O cidadão de bem que mora nas favelas, é honesto e trabalhador, merece e deve ser poupado de qualquer atitude injusta. A bandidagem, porém, precisa ser desentocada e mandada pras cucuias. Ou, será que os defensores dos “direitos humanos” acham que bandido deve ser recebido com flores e tapinhas nas costas?

A polícia tem mais é que pregar fogo no lombo deles. É bom lembrar que a Cidade Maravilhosa não se transformou em refém da perigosa bandidagem da noite para o dia. O descaso das autoridades (se é que assim poder ser chamadas), da mídia e da própria população sobre este verdadeiro câncer que parece não ter cura atravessa décadas. Até o meio artístico sempre glamourizou a bandidagem carioca.

A desgraça de tudo isso está diretamente relacionada ao fator da ocupação desenfreada do espaço geográfico do município. Ato contínuo, o chamado crime organizado amplia seus domínios e exerce influência em sua vasta área de atuação. Quem chega ao Rio, tanto por via aérea quanto via terrestre, tem uma sensação de baque ao avistar a quantidade imensurável de favelas.

São mais de dois milhões e meio de moradores nessas indignas áreas dominadas pelo tráfico. Parte desses habitantes parece ainda viver na idade média A partir de um simples raciocínio é possível perceber que se não houver mudança do cenário, nenhuma estratégia de segurança surtirá efeito, nem mesmo a longo prazo.

Mas além de jogar duro com os perigosos traficantes e demais foras da lei que habitam as favelas do Rio, retirando-os definitivamente de circulação, esses locais precisam se transformar em áreas habitáveis para que haja paz, esperança e vida nova para a população.

A questão habitacional deve ser tratada como assunto de segurança nacional, prioridade que independa de cores partidárias. Não vale os cubículos propostos pelo programa “minha casa, minha vida” para um grupo de quatro ou seis pessoas. Necessário se faz avançar.

Ação semelhante foi colocada em prática com sucesso em Nova York no início do século passado. Só os vagabundos dos políticos brasileiros não conseguem desenvolver um modelo idêntico. Singapura, Hong Kong, Kuala Lumpur e varias cidades asiáticas seguiram o mesmo exemplo de Nova York.

Ao humanizar o espaço urbano através de moradias devolveram autoestima para a população.É público e notório que nos espaços onde prevalecem cidadania e autoestima o crime perde fôlego e pode ser controlado de maneira mais eficiente.

Medidas dessa natureza, levando-se em conta que o Rio tem sua geografia espremida entre o mar e a montanha, não são fáceis. Porém, não impossíveis. Se não houvesse tanta roubalheira, tanta desonestidade por parte dos políticos, a Cidade Maravilhosa não teria se transformado nesta triste realidade dominada até o pescoço pelo submundo do crime. Ainda prefiro ver homens de verde e tanques nas ruas do que revólveres e facas na minha cabeça.
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Vamos ser sinceros: você daria boneca e roupas femininas para seu filho?


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com


>> Estão forçando tanto a barra para que o brasileiro aceite passivamente a tal “ideologia de gênero”, que até a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) entrou de corpo e alma em defesa deste verdadeiro atentado contra a família. A tosca atitude objetiva ações de inclusão no Plano Nacional de Educação.

Em seu site e nas redes sociais, a UFJF publicou no início desta semana um vídeo intitulado “Na hora do lanche”, no qual um travesti mais colorido que banca de frutas e legumes vai até o Colégio de Aplicação João XXIII, administrado pela instituição, saber dos alunos como estava a expectativa para o Dia das Crianças e o que os estudantes levavam na merendeira.

Em determinado trecho do vídeo, a referida figura sugere a dezenas de crianças presentes "que não pode existir separação entre coisas e brinquedos de menino e de menina". Ato contínuo, faz um coro com os menores dizendo que "isso é preconceito".

O Conselho Tutelar do município pediu ao Ministério Público Federal (MPF) que o travesti e a direção da escola sejam punidos, porque teriam desrespeitado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Plano Municipal de Educação de Juiz de Fora.

Nada tenho contra a preferência sexual de quem quer que seja. Afinal, cada um faz da sua vida o que bem entende e ninguém tem nada com isso. Mas induzir crianças e adolescentes aceitarem algo dessa natureza é um verdadeiro crime. Os inventores dessas ideias mirabolantes deveriam ser presos e condenados na forma da lei. Assista ao vídeo publicado na internet pela UFJF:

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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
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>> A tradicional marca de sabão em pó OMO lançou recentemente mirabolante estratégia de marketing exaltando a famigerada “ideologia de gênero”, na qual recomenda aos pais para não mais separarem brinquedos e roupas de meninos e meninas, pois são “coisas do passado”.

“Brincar de casinha é coisa de menina. Andar de skate é coisa de menino. Essas regras parecem coisa do passado, não é? Deixe seu filho brincar livremente!”, anunciava o despropósito. O “Comunicado urgente para pais e mães”, ainda declara a "necessidade" de se “fazer recall de todas as brincadeiras que reforcem clichês sobre gênero” pedindo aos responsáveis que ofereçam carrinhos para meninas e bonecas para meninos.

Após o lançamento do vídeo, a marca passou a ser hostilizada nas redes sociais, atraindo mais críticos do que apoiadores para uma aberração dessa natureza. Com quase meio milhão de acessos no YouTube, o comercial já tem duzentos mil “não curti” e pouco mais de quinze mil curtidas, o que mostra a insatisfação da opinião pública diante dessa violência sem precedentes contra a maioria da população brasileira.

Outro fato constrangedor nesses últimos dias fica por conta da exposição “Faça Você Mesmo Sua Capela Sistina”, que está sendo realizada no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Um verdadeiro atentado à dignidade e ao bom senso. Diversos quadros de Pedro Moraleida, que se suicidou em 1999, aos 22 anos, estão expostos à visitação púbica, incluindo crianças que são levadas por pais ou escolas para contemplar a “arte”.

Nas gravuras, seres humanos praticam sexo até com animais ao lado da cruz, o mais conhecido símbolo religioso do Cristianismo. Numa delas, um homem com o pênis enrijecido ejacula na boca de uma cabra, enquanto um animal em forma de cachorro faz sexo oral num homem barbudo. Se não houver um imediato controle da situação, evitando que tais excessos sejam cometidos em nome da “liberdade de expressão” e da “cultura”, os resultados podem ser catastróficos.

E as esquisitices não param por aí. Atrizes televisivas estão ficando completamente nuas nas redes sociais para protestar contra o que chamam de "censura" ao meio artístico. Outras ficam peladonas sob o argumento de que é para mostrar a "nova bolsa" ou a mais recente "coleção de sapatos".

Uma delas, casada, botou imagem no tal do Instagram sem nenhum pedaço de pano na carcaça. Uma baita falta de respeito com o marido e os filhos, principalmente. Não é sem motivo que a imagem da mulher brasileira anda tão vulgarizada nesses últimos tempos. A verdadeira arte e a cultura não merecem tamanho desprezo.

Censura, não! Mas que a situação anda por carecer de um limite, não resta a menor dúvida. Só não enxerga quem não quer. Quando minha saudosa vovozinha dizia sobre o "fim do mundo", eu não acreditava. Agora, porém, não tenho mais dúvidas.
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POBRE NÃO TEM VEZ NEM NO CRISTO REDENTOR


Há poucos dias este humílimo aprendiz de escrevinhador tentou pagar o bilhete de acesso ao Trem do Corcovado, no Rio, com um cartão de débito da CEF. As atendentes do guichê fizeram vistas grossas dizendo que “esse tipo de cartão não é aceito aqui”. Sentindo-me discriminado, tirei do embornal o cartão dum banco mais “vistoso”. Sorridentes, então, que nem palhaço no picadeiro, as meninas vociferaram: “Esse sim, nós aceitamos. Seja bem-vindo, Senhor!”
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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Nova safra da MPB revela um grande talento mineiro


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com


>> Se a preferência musical do brasileiro não estivesse tão em baixa por conta dessas imbecilidades arquitetadas pela podre mídia, o jovem cantor e compositor mineiro Thiago Mariano certamente estaria tocando no rádio e na trilha sonora das novelas.

Filho do cantor e compositor Newton Baiandeira, precocemente falecido, ambos são naturais de Itabira, terra do poeta maior Carlos Drummond de Andrade. A música de Thiago é rica em versos e harmonia, dessas que a gente ouve e não esquece.

O cantor mora na ensolarada Vitória, capital capixaba. O pai dele foi um grande amigo nosso lá pelo início da década de 1980, durante rápida passagem que tivemos na apresentação de um programa popular na Rádio Itabira. Confesso que não sabia dessa autêntica herança que o saudoso amigo Niltinho deixou em benefício da música brasileira. Clique no play para ouvir nosso comentário sobre Thiago e na sequência, quatro músicas do cantor.

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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O livro que conta tudo sobre um dos maiores nomes da MPB



Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
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>> Estamos lendo e recomendamos "Até parece que foi sonho: meus trinta anos de amizade e trabalho com Tim Maia" (Editora Matrix) — do cantor e compositor Fábio Stella. Escrito pelo jornalista baiano Achel Tinocco a partir de depoimentos do próprio Fábio, o livro relata de maneira instigante fatos incríveis deste grande nome da música brasileira.

Aqui ele revela várias dessas passagens, que também são parte de sua própria vida pessoal. Saiba, entre outros fatos, por que Tim Maia é chamado de "Síndico" na música de Jorge Benjor, como foi a relação de Tim com Roberto Carlos e por que Tim foi preso nos Estados Unidos.

Saiba, também, a história do terreno que ele comprou e teve que demolir a casa depois de pronta porque construiu num espaço ao lado achando que era aquele o de sua propriedade; o motivo pelo qual foi proibido de se apresentar nos programas da Rede Globo; a submetralhadora que Tim comprou de um traficante carioca (e ainda disparou a seguinte peróla: 'a mão que segura um microfone, também segura uma metralhadora'); os amores; a solidão; as brigas; a seita Universo em Desencanto (da qual fez parte) e muitas outras histórias que o grande público desconhece.
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