terça-feira, 22 de maio de 2012

¿Por qué no te callas?


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com

"Sinto falta das suas mensagens. Daquelas de amor ou até mesmo das alfinetadas. O desprezo é pior do que as ofensas."

Fulaninha de Tal

Mi ponto de vista
Desprezo é um intenso sentimento primário. A pessoa desprezada é considerada indigna. Quando o amor desacontece é porque havia um 'eu te amo' de mentirinha. Ou, na pior das hipóteses, aceitar o que disse com razão o cronista cabra macho Xico Sá:

Aprendi que não é tão fácil dizer eu te amo sem pelo menos achar que ama e, quando a pessoa mente, a outra percebe, e se não percebe é porque não quer perceber, isto é: quer acreditar na mentira. Claro, tem gente que quer ouvir essa expressão mesmo sabendo que é mentira. O mentiroso, nesses casos, não merece punição alguma.

Nesses tempos de amores líquidos, de amores ficantes, de amores-vinhetas de 15 segundos, quem saberá o que venha a ser o amor patenteado pelos deuses gregos? O melhor mesmo é dizer, sem medo, eu te amo, e honrá-lo pelo menos enquanto o sublime eco resistir entre aquelas abençoadas quatro paredes.

Nem que sejam as do motel... ou do meu bagunçado quarto cheio de "penas de galinha". Lembra, meo ex-bei? 

Enquanto isso...
Os alemães dão “show de bola” quando o assunto é se livrar dos panos. A prática do naturismo para eles é mamão com açúcar. Os brasileiros, por sua vez, ainda são tímidos e conservadores nesse aspecto. Mas como aceitar sua gata despida frente a um bando de marmanjos. De abertura plena, a sós é “mais mió”, sô!


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