domingo, 12 de agosto de 2012

Blogueiro é ofendido por criticar padronização visual do transporte coletivo carioca


Por Marcos Niemeyer
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>> Um simples hobby de admirar ônibus (busologia) transformou-se, no Rio de Janeiro, em ambiente de desentendimentos violentos e ofensas pessoais. Vejam por exemplo, o caso envolvendo o jornalista Alexandre Figueiredo e seu irmão, o funcionário público Marcelo Pereira.

Responsável pela criação dos blogues progressistas - O Kylocyclo  e Mingau de Aço -, onde escreve artigos de impacto sobre fatos cotidianos, radiodiodifusão e política, além de críticas perfeitas sobre os modismos sonoros que a mídia rotula de "música", Figueiredo vem sendo vítima ultimamente de comentários irônicos em um blogue criado com o objetivo de ofendê-lo juntamente com seu irmão.

CAMBADA

A página virtual, descoberta por nossa produção durante uma pesquisa sobre urbanismo no Google, reproduz de forma leviana textos que Alexandre e Marcelo escrevem. O blogue surgiu num momento de grande discordância e desavenças por parte de uma facção de busólogos que passou a apoiar o grupo político de Eduardo Paes e Sérgio Cabral Filho, Filho, respectivamente prefeito do Rio de Janeiro e governador do Estado do Rio.

Esses, por sua vez, prometem cargos públicos para busólogos que apoiarem seus projetos, de caráter antipopular, para o transporte coletivo.

Petição

Há pouco tempo, Alexandre lançou um abaixo-assinado na Petição Pública - www.peticaopublica.com.br - contra uma arbitrariedade da Prefeitura do Rio de Janeiro relacionada à padronização visual do transporte coletivo na cidade. O documento recebeu diversos comentários maldosos de 'fakes' criticando seu autor.

"A diversidade visual dos ônibus não é importante apenas pelo aspecto estético. Trata-se de algo funcional, até porque, é necessário ao passageiro reconhecer a empresa que serve uma linha, coisa que a padronização visual dificulta, mesmo com suas tentativas de 'facilitar' a identificação - que não passam de tentativas de 'descomplicar' o que é complicado -", garante Alexandre Figueiredo.

Moral da história

Esses que julgam-se os donos do poder, não sabem mesmo conviver com a democracia. A ira provocada pela visão crítica de Figueiredo e Marcelo Pereira sobre o transporte coletivo do Rio de Janeiro, é um exemplo do que são capazes esses incompetentes e covardes que usam até identidades falsas na internet em defesa de seus interesses duvidosos.

A padronização visual do transporte coletivo precisa ser barrada não só no Rio de Janeiro, mas em qualquer cidade do Brasil onde esses cabeças de bagre do poder impõem suas práticas sem qualquer espécie de consulta à população.



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