quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Escrevinhanças cotidianas


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
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>> Enquanto o trem-bala brasileiro, que em tese ligaria Campinas e São Paulo (capital) ao Rio de Janeiro ainda está no mundo das ideias delirantes,  países do primeiro mundo  esbanjam tecnologia, beleza e conforto nesse aspecto.

Conversava no último fim de semana pelo Skype com um amigo que mora no norte da França, numa pequena e tranquila localidade distante 800 quilômetros de Paris.  Ele viajava no trem-bala a mais de 300 Kms por hora.

"O acesso à internet dentro dos vagões também é em alta velocidade. Tudo funciona de maneira espetacular",  afirmou.

Quem mandou-me  nascer no Brasil?
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O CASTIGO ANDA A CAVALO
Houve uma época que além de ensinar, os professores das escolas públicas também costumavam fazer o papel dos pais antigos. Autoritários, aplicavam palmatórias, beliscões, pescoções, rabo de arraia e até rasteira nos alunos que não cumpriam seus deveres.

Este humílimo aprendiz de escrevinhador que vos cacareja os tímpanos, por exemplo, apanhava até dizer chega de uma professora por nome de Dona Maristela (que Deus a "tenha") no segundo ano primário.

Certa ocasião, a distinta deu-me uma vassourada no rosto traiçoeiramente. Dói até hoje! ai ui ai ui. Tudo isso só por conta das vidraças da escola que eu quebrava com o estilingue feito a partir da forquilha encontrada no pé de goiaba da casa de minha saudosa vovozinha. A pena, obviamente, era desproporcional ao erro cometido.

Nos dias atuais os papéis se inverteram. O aluno bate no professor em nome da 'democracia' e da "liberdade de expressão". Em parte, é o castigo que anda a cavalo.
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AVISO AOS TRANSEUNTES DE PLANTÃO
Se os Maias estiverem certos, a partir de hoje teremos apenas mais 64 dias de vida neste mundão desajeitado pelas desigualdades sociais e outras centenas de mazelas. Em Juiz de Fora, uma funerária colocou inusitado aviso na porta: "O mundo não vai acabar em 2012. Isso é coisa daquele bando de índios. Luz, saúde e paz para todos". Quem pode?
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VEREDICTO POPULAR
Pesquisa feita por um grupo de estudantes de jornalismo nas ruas de Juiz de Fora revelou algo público e notório: o ouvinte atual não quer mais saber de rádio AM, nem tampouco do festival de asneiras falado pelos locutores das FMs popularescas. A maioria quer ouvir música (seja lá do que tipo for), pequenos blocos de notícia e um resumo sobre as principais equipes de futebol do país.
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