sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Vale a pena morrer de amor?


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
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>> Onde foram parar os verdadeiros amores; morreram, cansaram-se, estão dando um tempo ou, simplesmente, acompanham as tendências de "mercado"? Parece que ninguém sabe, ninguém viu.

No amor romântico, no amor erótico ou no pacote completo, triste de quem fica desiludido e evita outro amor de novo, cai no conto, blasfema, diz "tô fora', já era, tira onda, ri de quem ama, pragueja e nunca mais se encontra dentro das próprias vestes.

Mas ainda existe amor romântico? Claro que não! Pagar por sexo é a preferência da maioria nesses últimos tempos. Que o diga  Chester Brown, um dos monstros sagrados da HQ moderna. A ilustre figura se revela em um relato na internet cheio de detalhes, provocativo e irreverente da sua experiência com prostitutas. Feliz em pagar por sua felicidade. 

Pior do que não ter um amor, porém,  é a saudade matadeira que corrói a carcaça daqueles que um dia se amaram ao som de um bolero, ou do ritmo dançante daquele fim de semana. Infeliz de quem nem sabe se vingar do baque, sequer cantarola, no banheiro ou no botequim, "só vingança, vingança, vingança!", o clássico de Lupicínio, o inventor da dor-de-cotovelo.

Muitas vezes não temos o amor da vida, mas temos um belo amor da semana, da quinzena, que de tão intenso e quente logo derrete. Foi bonita a festa, só isso e nada mais.

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