sexta-feira, 12 de abril de 2013

O buraco é mais embaixo


Por Marcos Niemeyer
Jazz FM. Música civilizada

O diretor teatral Gerald Thomas exagerou na dose ao protagonizar cenas de autêntica baixaria enfiando as mãos sob o vestido desta figura, Nicole Bahls, que os meios de comunicação insistem em tratar de celebridade.

A confusão ocorreu na Livraria Travessa, no Shopping Leblon, na Zona Sul do Rio, quando Thomas lançava o livro “Arranhando a superfície”, da Editora Cobogó. Com seu excesso de aparição na mídia - sempre em trajes insinuantes - Nicole nunca foi nem será, jamais, uma artista.

Cara de pau, ela disse que ficou "constrangida" diante do episódio. Tenho até minhas dúvidas se tudo não foi previamente armado com a conivência da dita cuja.

Nicole Bahls surgiu no cenário brasileiro juntamente com outras mulheres do gênero a partir do 'Pânico', programa televisivo de extremo mau gosto e que investe em baixarias e bizarrices para chamar a atenção do telespectador.

Não é à toa que o vil espetáculo entrou no Ranking da Baixaria na TV, consolidado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias, por dois anos consecutivos.

Na última lista, de janeiro de 2011, liderou com 113 denúncias que acusavam o 'humorístico' de expor as pessoas ao ridículo, de fazer humor grotesco, de excesso de nudez e do uso de palavras de baixo calão. Nicole Bahls, portanto, é useira e vezeira.  Afinal, o que ela não faz para se aparecer?
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Mulher afiada

"Nada contra o fato de a mulherada ocupar os espaços nos quais o homem predominava - mercado de trabalho, política, etc. Só que abrir garrafas de cerveja com os dentes já é demais."

Maurício Bastos, jornalista da Rádio Globo/ Rio, ao presenciar a cena em uma loja de conveniência de um posto de gasolina próximo à sua casa.

Meu comentário: Ainda bem que é só com os dentes... por enquanto. E imagine o risco de uma sessão de sexo oral com a dentuça.
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O Rei falou, tá falado e ponto final

Matéria publicada recentemente pelo caderno cultural do jornal 'O Globo', mostra o trajeto percorrido pelo Rei Roberto Carlos a bordo de seu carrão importado nas ruas da Urca, na Zona Sul do Rio. 

Segundo o artigo, no início do ano Roberto parou a máquina na frente de um boteco modernoso nas imediações de sua casa e disse para os beberrões inveterados: "Essa rodada é por minha conta. Não se preocupem".