domingo, 29 de setembro de 2013

Restaurante Popular de Juiz de Fora faz o povo sofrer na fila


Por Marcos Niemeyer


>> Encravado na área do Centro Histórico da cidade, o restaurante popular de Juiz de Fora continua deixando a desejar em que pese ter sido inaugurado há mais de um ano. A interminável fila de espera é mais vagarosa do que tartaruga tentando atingir o orgasmo

Costuma-se aguardar até mais de uma hora por uma simples refeição, ao preço de dois reais. Os ventiladores instalados no recinto estão sempre desligados e os únicos dois bebedouros nunca tem água gelada. 

A mídia local, sobretudo os jornais impressos (Tribuna de Minas e Diário Regional) evitam tocar no assunto já que estariam atirando pedra na "vidraça" da prefeitura, responsável pela administração do estabelecimento. (Deve rolar dinheiro por trás disso!).

Será que o prefeito e os vereadores (onipresentes nas colunas sociais desses impressos) já entraram na indigesta fila para pegar a bóia? Às vésperas das próximas eleições esses infames devem aparecer por lá abraçando gregos e troianos e prometendo "resolver" a situação. 

Após o período eleitoral, somem como que num passe de mágica. O povo tá mesmo PHODIDO com as trapaças e mentiras dos políticos.
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"Diversidade musical"


Entrar nos supermercados de Juiz de Fora — principalmente nas lojas do "Bahamas" — é preciso ter paciência franciscana. Além das longas filas provocadas pela lentidão nos caixas, potentes equipamentos de som despejam nos referidos ambientes, em altíssimo volume, todos esses ritmos medíocres que tocam nas FMs popularescas, são figurinhas fáceis nos questionáveis programas de TV, na casa do vizinho, na maioria das lojas comerciais e nas festas jovens .

Constrangido diante da berrante situação, um cliente foi reclamar com a gerência e ouviu da mesma a seguinte resposta: 

— Sr. é preciso respeitar a “diversidade musical”. Caso esteja sentindo-se incomodado, agradecemos sua visita e recomendamos que procure um estabelecimento à sua altura para fazer as compras necessárias.
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Cambada do dedo duro
Além de Roberto Carlos, Agnaldo Timóteo, Clara Nunes,Wanderley Cardoso e Rosemary também são citados como colaboradores do regime militar, segundo documentos acima de qualquer suspeita — até prova em contrário. Confira: www.pragmatismopolitico.com.br —.
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Cidade invernosa 
Quem pensava que o frio já havia acabado em Juiz de Fora, deu com os burros n' água. A temperatura entrou em ligeiro declínio nas últimas horas. Os nativos, acostumados com o clima, não costumam chiar. Já os forasteiros tremem o esqueleto diante da cinzenta aldeia. 
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Quiosque do Português
No número 585 da rua Jardim Botânico, no bairro homônimo, na Zona Sul do Rio é possível encontrar amigos e conhecer gente nova a circular pelo estabelecimento. O local é aprazível e sem frescura (tem muita mulher livre na tuba à procura de "novidades"). Drinques bem preparados, cerveja estupidamente gelada, tira gostos diversos, preços justos e o bom atendimento da equipe fazem o diferencial.
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Fiquem agora com a  nossa próxima atração
Falso milagre do amor, de Ed Motta, é um tiro certeiro nas flechas incendiárias das grandes paixões. Ou, como diria aquela distinta criatura mais fogosa que Afrodite: 

"Não diga chupe-me todinha, meu bem! Sussurre no escutador de novela da sua cadelinha que vai usar a pedagogia da manga numa noite caliente. Depois... bote-me de quatro. Tem até pomada japonesa, que trouxe escondida do infeliz do meu marido."
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