terça-feira, 26 de novembro de 2013

Pergunta cretina merece resposta idem

Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
cacarejadavirtual


>> Se não bastasse o tempo perdido nas quilométricas filas, comuns até mesmo ao usar-se o sanitário de algum ambiente que não seja o da própria casa, outra coisa irritante — entre os incontáveis embaraços da vida moderna —  é quando entramos em algum estabelecimento comercial ou repartição pública e o atendente dispara aquela perguntinha cretina: "Posso ajudar?".

Ora, quem compra o quer que seja não está pedindo nenhum tipo de favor e sim pagando para obter a mercadoria. No caso das repartições públicas, desembolsamos caríssimos impostos para sustentar políticos desocupados e funcionários folgadões. 


Não justifica, pois, o cidadão receber nenhum tipo de tratamento que psicologicamente deixe-o submisso, ainda mais numa situação dessa natureza. Portanto, o tal do "posso ajudar?" é como se fosse uma caridade que o cliente implorasse de joelhos.

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