quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Caso de polícia!


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
cacarejadavirtual/ 


>> A mídia e certos setores hipócritas da sociedade tem se posicionado criminosamente a favor desses cretinos "rolezinhos". Shoppings são de propriedade privada, abertos ao público ordeiro e civilizado. Não havendo comportamento adequado por parte de quem quer que seja, medidas preventivas são mais que necessárias.

Imagine-se, prezado transeunte deste espaço virtual, você e sua família passando momentos de lazer num shopping center e a qualquer momento sentem-se acuado diante da bagunça generalizada colocada em prática por um bando de desocupados, tidos supostamente como "vítimas" de uma sociedade injusta.

A Constituição Federal de 1988 assegura o direito de reunião do cidadão, desde que isso ocorra para fins pacíficos. Não é o caso dos tais “rolezinhos”, conforme a imagem que que seus defensores tentam passar diante da perplexidade que aumenta a passos largos por conta do despropósito.

Os imbecis que ficam do lado dos foras da lei, argumentando sob os holofotes tratar-se de uma questão meramente "sociocultural", só agem dessa forma enquanto não se sentem ameaçados pela desordem generalizada. Caso tornem-se vítimas, certamente devem mudar rapidamente de ideia. Baderneiros alardeando que faltam espaços públicos culturais nas periferias?

Ora, isso não é motivo para esses botocudos invadir propriedades particulares. Sem contar que são especialistas em destruir equipamentos públicos que poderiam servi-los, o que inviabiliza qualquer investimento nesse sentido.

Em um bairro popular de Juiz de Fora o município revitalizou a praça local com a instalação de novos bancos, equipamentos coletivos para ginástica, construção de coreto, instalação de lixeiras, sanitários, posto policial e até bebedouros com água gelada. 

Não durou uma semana. Os vândalos destruíram tudo, até o posto da PM amanheceu pichado e com marcas de bala na parede após violento duelo entre gangues rivais. Participantes de “rolezinhos” integravam o bando.

Necessário se faz acabar urgentemente com a farra desses foras da lei, responsabilizando duramente seus autores. Os lojistas mais do que nunca precisam se unir para fazer valer seus direitos. Como se sabe, a iniciativa privada gera milhares de empregos contribuindo de maneira incontestável para o desenvolvimento do país. 

É inadmissível que o estado cobre impostos caríssimos do comércio e não proporcione segurança adequada ao sistema. Ao contrário do que vem ocorrendo em São Paulo, onde os infames “rolezinhos” tiveram início e se espalham feito rastro de pólvora provocando tumulto e causando enorme prejuízo, na medida em que dezenas de estabelecimentos baixam as portas diante da eventualidade de saques e depredações, no Rio e em Belo Horizonte a justiça tem determinado a proibição desses delitos.

Desnecessário ser especialista em estatísticas para perceber que qualquer pessoa sensata não apoia tal absurdo. Bandido deve ser tratado como bandido e, não, receber flores nem tapinhas nas costas. Fogo Neles, pois!
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