quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O supra sumo da vulgaridade


Por Marcos Niemeyer


>> A imagem acima que vem sendo divulgada nas redes sociais e na mídia imprensa nesses últimos dias, mostra um momento absolutamente tosco e dissonante por parte do jogador Ronaldinho Gaúcho.

A foto é apenas mais uma entre as tantas que ele faz questão de tirar durante as festas que promove com frequência. Ronaldinho, cujo gosto musical são os ritmos descartáveis que estão nas paradas de sucesso, costuma perturbar a ordem com um barulho infernal durante suas noitadas de orgia. A polícia é chamada com frequência por seus vizinhos para dar um basta na situação.

Sempre rodeado por dezenas de periguetchys, por conta do dinheiro e da fama, o jogador é desses tipos semi-escolarizados que deram sorte na vida correndo atrás de uma bola.

Ele não é um exemplo de conduta nem disciplina a ser seguido, muito embora (e infelizmente!) – diante da glamourização provocada pela mídia sirva de “referência” para muitos jovens, principalmente os meninos das periferias.

Se não fosse sua conta bancária recheada, Ronaldinho Gaúcho 
— privado pela natureza em não possuir o mínimo de uma estética visual atraente  — jamais teria tantas mulheres aos pés. O máximo que o caboclinho travesso  poderia arrumar seria uma quenga esquelética de porta de boteco.

Aliás, essas vagabas que o rodeiam podem até ter o corpão atraente (só isso e nada mais!) 
— como também nunca devem ter ouvido falar de Tostão, Zico, Rivelino, Sócrates e outros nomes não menos importantes da história do futebol. Esses, sim, além de autênticos jogadores sempre foram respeitados pela conduta exemplar até mesmo fora dos gramados.
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