segunda-feira, 28 de abril de 2014

A Rede Globo ainda vai entrar pelo cano


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
cacarejadavirtual/


>> Um vídeo com milhares de acessos na internet, após um ataque de fúria e estrelismo da repórter Bette Lucchese contra os cinegrafistas da Rede Globo que gravavam com ela uma matéria na Zona Sul do Rio, mostra que a opinião pública está cada vez mais revoltada com as trapaças jornalísticas, programas e novelas desta abominável emissora cujo único objetivo é enganar e manipular telespectadores em sua maioria, mal esclarecidos.

Emputecida por conta do microfone desligado quando a mesma achava que a matéria já estava sendo gravada durante um protesto popular em Copacabana contra a truculência da PM carioca, a destemperada figura soltou os cachorros nos profissionais da equipe que a acompanhavam.

Após desferir vários palavrões e ofensas direcionados aos rapazes, Bett parecia estar possuída pela pomba-gira gesticulando excessivamente e fazendo mil caretas.

Populares que passavam pelo local começaram a gritar contra a repórter e a emissora. Temendo que o pior ocorresse, Lucchese baixou o topete e ficou trêmula diante da manifestação espontânea.



As manifestações contra a mídia, particularmente a Rede Globo, tem se espalhado feito rastro de pólvora pelo país. O povo vem descobrindo nesses últimos tempos as trapalhadas em que a empresa se envolve  — seja na política manipulando os poderes constituídos ou mesmo com o esfacelamento dos costumes, tradições e laços afetivos em sua sórdida programação.

O caso da repórter que o povo botou pra correr em Copacabana é apenas a ponta do iceberg que assombra a mais odiada emissora de TV do país a despeito de sua supremacia em relação à fraca concorrência, mera copiadora de toda infâmia criada em nome da "liberdade de expressão" pelos "deuses" globais.

Que a demonstração de  revolta popular sirva de lição não só para a Rede Globo e demais meios de comunicação, mas também para esses jornalistas pedantes e autoritários que se acham acima do bem e do mal.

A repórter Bette Lucchese, por exemplo, precisa calçar urgentemente as sandálias da humildade antes que caia do pedestal e veja até mesmo a responsável pelo seu ganha-pão entrar pelo cano... literalmente.
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