domingo, 13 de julho de 2014

Irresistível Alemanha!



Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com

>> Jogando um futebol impecável contra a Argentina pela final da Copa do Mundo, no Maracanã, a Alemanha confirmou seu favoritismo tornando-se campeã inconteste da competição. Uma potência, em todos os aspectos. Vitória da competência, da disciplina, da organização, do conjunto e da humildade. Uma lição que a equipe acaba de dar ao mundo e, principalmente, ao Brasil.

Durante a permanência da equipe germânica em Santa Cruz Cabrália, no Sul da Bahia, em um hotel que construiu com exclusividade para seus jogadores, esses estrangeiros foram modestos e ganharam a simpatia dos nativos, doaram materiais e móveis aos moradores, além de financiar a construção de um campo de futebol para jovens nativos. 

Jogador de futebol brasileiro — principalmente os da tal seleção — só quer saber de ganhar milhões, andar de carro importado, trepar com periguetches de luxo, festas milionárias e outras luxúrias. Analfabetos em sua maioria e transformados em heróis pela podre mídia, esses porras-loucas são incapazes de defender causas sociais relevantes ou doarem um palito de fósforo sequer para alguma instituição de caridade.

O exemplo dos alemães no sul baiano é  mais um chute no saco do "escrete canarinho". De quebra, entregaram um cheque de 10 mil euros (cerca de 30 mil reais) para rechear os cofres dos índios pataxós.

Aliás, tal generosidade confesso que não entendi direito. Como se sabe, tem muito índio por aí andando de Hilux, Corola e outros carrões estilosos, motos possantes e o caralho a quatro. É como disse um internauta capixaba: "Ser índio é um negócio muito lucrativo. Vou largar meu trampo, colocar uma tanguinha e brincar de índio também."

O sol nasceu pra todos

O importante é que desta vez a taça ficou, de fato, em ótima e responsável companhia. Desbancar a arrogância dos comandados pelo “professor” Felipão (que deve ser demitido pela Rede Globo a qualquer momento) era tudo que o bom senso queria. Esta cambada não admite que perder faz parte do jogo. Querem ganhar todas. Repartir o pão se faz necessário, é bíblico.

Imagine uma panela farta de comida, vários com fome e somente um vai lá e enche a pança. Os outros, obviamente, vão ficar com fome. Assim é a Copa ou qualquer evento esportivo. Todos disputam a competição com o mesmo objetivo. Viva, pois a Alemanha! Quatro vezes campeã do mundo. Desta vez, em pleno Maracanã.

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Catinguenta

A cara de assombração da Dilma quando Götze fez o golaço da Alemanha contra os "hermanos argentinos", me lembrou uma mulher gordona que estava no mesmo elevador de um edifício que eu na tarde da última sexta-feira, no centro de Juiz de Fora e teria sido a responsável por soltar um peido dos mais catinguentos no interior da cabine.

Indignados, todos taparam as narinas e olharam de rabo de olho pra dita-cuja. Com vozeirão tipo locutor de FM, a suspeita — que, de fato, parecia mesmo com a "presidenta" — retrucou: "Olha aqui seus porra, num fui eu que peidei não, viu? Cês vão olhá pra casa do carai."
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Novo golaço da Alemanha


Nunca fui fã de futebol. Mas a partir de agora passo a torcer fervorosamente pela Seleção Alemã. A simulação de dança indígena dos campeões ao redor da taça no gramado do Maracanã é mais uma lição ao Brasil.

Se o país anfitrião do evento fosse o vencedor, o lixo sonoro estaria pipocando  em altíssimo volume nos quatro cantos da nação. Os jogadores seriam os primeiros a mostrar seus dotes "artísticos" no gramado ao som de funk, pagode, "sertanejo universitário", axé e outras vulgaridades que o tosco sistema midiático insiste em chamar de "música". Ô alívio!
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