quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Era só o que faltava!


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
facebook


>> Quase caio de costas ao ver na internet que o Ministério da Cultura acaba de aprovar projeto superior a quatro milhões de reais para apresentações de uma diarreia sonora que atende pelo nome de Luan Santana, cujo objetivo é captar recursos pela Lei Rouanet, de incentivo à cultura.

O projeto proposto ao MinC pela empresa do “cantor” anuncia o seguinte: "Difundir as raízes sertanejas enquanto manifestação cultural e artística a partir da música romântica, além de sua história e influência na formação da sociedade contemporânea, e promover acesso a entretenimento musical de qualidade."

Só rindo pra não chorar de raiva. Afinal, como pode o Ministério da Cultura apoiar e abrir os cofres com o dinheiro público para um cantorzinho de merda inventado pela podre mídia e que em nada representa para a verdadeira música do país?

Enquanto isso, os verdadeiros artistas da música brasileira praticamente não encontram mais espaço nos meios de comunicação para mostrar suas obras e dificilmente conseguem apoio dessa questionável Lei Rouanet   atualmente ajoelhando-se aos pés dessas sonoridades indigestas que o sistema midiático insiste em classificar de "diversidade Cultural".

"E olha que fica complicado reclamar, porque até a Lei Rouanet veta avaliações distintivas entre a cultura de qualidade e a 'baixa cultura', definindo-as como 'preconceituosas'. Pela visão oficial de 'diversidade cultural', temos que aceitar essas esquisitices sonoras, mesmo que tenhamos que deixar morrer o nosso patrimônio cultural", comentou o jornalista Alexandre Figueiredo nas redes sociais.

O esquema milionário virá através de isenção de imposto para empresas (de péssima preferência musical, diga-se de passagem) que se proponham a patrocinar o “artista”. Ou seja, o dinheiro que deveria ir para os cofres públicos e posteriormente investido em educação, saúde, etc.

A dedução do incentivador a projetos aprovados no artigo 26 da Lei 8.313 pode chegar a cerca de 80 por cento do valor investido. É que, além de deduzir os 30 por cento (caso de patrocínio) ou 40 por cento (caso doação), o valor pode ser lançado como despesa operacional da empresa. No somatório final, essa dedução chega aos parâmetros de cerca 70 por cento para um caso e 80 por cento para outro. Um absurdo!
....

O TREM TÁ FEI


Essa onda de mulher do suvaco cabeludo que nem aranha caranguejeira é mais feia do que briga de foice no escuro. E uma amiga minha postou em seu Feice Buque que os cabras que tomam o tal do Viagra na tentativa de impressionar a namorada devem botar a barba de molho. "O comprimido azul tá matando muito macho na calada da noite", alertou sem mais delongas.
....

KEEP CALM AND MACUMBA 



Depois dizem que é só baiano que é phoda na mandinga. O ebó da foto foi flagrado na noite desta quarta-feira (13) numa esquina do Alto dos Passos, bairro nobre de Juiz de Fora — a mais "carioca" das cidades mineiras.
....

TRUCULENTAS



As mulheres dos novos tempos andam a judiar cada vez mais dos namorados e maridos: chifre, chute na bunda, panelada na cacunda e o caraio a quatro. Ato contínuo, cacarejam que falta 'homi' na praça ou que os cabras estão trocando de sexo.
.