quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Miltinho; mais um talento que parte para a eternidade


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com
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>> A música brasileira, que nesses tempos modernosos vai mal das pernas com ritmos cretinos inventados sem trégua pela mídia, perdeu no último domingo mais um de seus grandes representantes: Milton Santos de Almeida, o Miltinho.

Ele era de uma época em que os artistas tinham talento de sobra. Foi vítima, aos 86 anos, de uma parada cardíaca em um hospital da Zona Norte do Rio de Janeiro.

Os sambas do notável compositor animaram memoráveis carnavais, com impagáveis marchinhas. Bons tempos quando se ouvia no rádio, na TV e até na casa do vizinho insuspeitáveis melodias desse quilate. 

"Mulata assanhada", “Palhaçada”, “O conde”, “Laranja madura”, “Volta”, “Menina moça” e "Ninguém é de ninguém", são alguns — entre outros conhecidos sucessos do grande compositor e cantor.



Para o jornalista Alexandre Figueiredo, editor do blog Linhaça Atômica, Miltinho liderava a festa da modernização do samba brasileiro ao lado de Roberto Silva, Jorge Veiga, Noite Ilustrada e tantos outros. “Gente que, do contrário do 'pagode romântico' de hoje, conhecia muito bem o samba para poder subvertê-lo em linguagens diferenciadas.”
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FANTASMA TARADÃO


Achei surreal a história do tal fantasma da Inglaterra viciado em sexo. O cabra é "chegado" numa xavasca, mesmo depois de morto. Tempos atrás um amigo meu namorou uma fulaninha em Vitória, a ensolada capital capixaba, que tentou engabelá-lo com algo parecido.

Certo dia, desconfiado que a coisa não ia bem bererem bem bem, o rapaz deu uma prensa na distinta. — Escuta aqui, sua *e+]]]#@!+-#!..!++#: por que você anda tão leriada e sustosa ultimamente?

— Ah, meu bem! Estou sem jeito de lhe falar. Tenho medo de sua reação, cacarejou.

— Fala-te agora ou cale-se para sempre, disse meu já desconfiado amigo.

— Sabe, olha, é que... toda noite, enquanto você está no trabalho eu tento dormir e não consigo.

— Por causa de conta, questionou-lhe?

— Você pode não acreditar, meu amor... mas um espírito que eu não sei explicar como, deita do meu lado, tira minha roupa e faz barba, cabelo e bigode. Parece que ele me hipnotiza. Eu tento reagir, gritar, chamar a polícia e não consigo.

Fulano voltou sem mais delongas de mala e cuia pra invernosa Juiz de Fora. "Tomara que esses tais 'fantasmas' não resolvam dar o ar da graça por essas bandas a quase 800 metros de altitude em relação ano nível do atlântico", matutou.

DETALHE: a imagem à esquerda que ilustra este comentário seria um selfie do pênis em ponto de bala da "alma do outro mundo", que a mulher (foto) de Londres, na Inglaterra, teria em mãos para provar ao maridão (coithado!) a "veracidade" dos factos.

No Recife, um cabra-macho retado, sugeriu que a única maneira de não ser traído nesses tempos modernosos é botar cinto de castidade na mulherada com cadeado tetra chave. E aí, eu pergunto: esqueceu que sexo também se faz com a boca, Zé Mané?

Já na abafada, mosquitosa e calorenta Governador Valadares, no leste de Minas, o locutor de voz trovejante animava um rodeio no Parque de Exposição da cidade quando percebeu que a maioria da multidão era constituída por assanhadas fêmeas das mais diversas e esqueléticas performances.

Foi, então, que o sujeito resolveu provocar: — Atire a primeira pedra naquele outdoor ao lado, a mulher aqui presente que nunca enfeitou a cabeça do namorado ou marido com um baita par de chifres. Todas, porém, ficaram mais quietinhas que periquita de beata.
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