sexta-feira, 5 de junho de 2015

Diversidade sexual anuncia em Juiz de Fora que cristo era "gay"


Por Marcos Niemeyer


>> Na tentativa de ganhar espaço na mídia e causar polêmica, tudo (infelizmente) é válido hoje em dia. Até mesmo dizer que Jesus Cristo era "gay", conforme papagaiavam participantes de uma ruidosa manifestação a favor da  chamada "diversidade sexual" realizada no início desta semana, na Praça da Estação, no centro de Juiz de Fora, tendo por base teses de "estudiosos" do caliente tema amplamente divulgadas na internet.

A atitude dos manifestantes deixou grupos de populares e religiosos que passavam pela área completamente revoltados. Foi preciso a presença de um reforço da PM para conter os ânimos exaltados de ambos os lados.

Neste mesmo local, numa fria noite de outono, Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, que na década de 1930 serviu o Exército na mais "carioca" das cidades mineiras voltava para casa quando avistou uma "morena jeitosa" a rodopiar as ancas na esquina. 

Após rápida conversa, os dois partiram para um hotel nas imediações da praça. O autor de "Asa Branca" só descobriu que estava ao lado de um "macho" após apagar a luz do quarto e sentir algo muito estranho a roçar suas mãos.

"Oxente! Vô chamá os puliça, sêo desavergonhado. Isso num é cousa de homi. Que safadeza das mais medonha", esbravejou. Hoje, Gonzagão teria de "rever" seus conceitos.

Até mesmo o bíblico Noé, se construísse uma arca modernosa e não colocasse um "casal" de homossexuais na embarcação seria chamado de homofóbico e devidamente processado, conforme manda o figurino.

Acredito que apesar de até os dicionários atuais classificarem a palavra "casal" como sendo também o "conjunto de duas pessoas que têm uma relação sentimental ou sexual", um casal seja mesmo formado por macho e fêmea: homem e mulher, galo e galinha, cão e cadela, boi e vaca, etc. Duas pessoas ou animais do mesmo sexo podem formar um par ou uma dupla, casal, jamais.

Quero deixar bem esclarecido, para evitar eventuais xingamentos ou ameaças de processo, que nada tenho contra a preferência sexual de quem quer que seja, afinal cada um faz da sua vida o que bem entende e ninguém tem nada com isso. Mas forçar a barra é phodástico, é como se todos fossem obrigados a sair em defesa do homossexualismo. Aí já não é democracia, e sim ditadura.
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