quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

O futurista Museu do Amanhã


Por Marcos Niemeyer


>> O Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, o Calçadão de Copacabana, a Toca do Vinicius, as praias, os incontáveis brechós cotidianos e outras dezenas de atrações turísticas da Zona Sul carioca acabam de ganhar imponente e quase vizinho, além de mais uma parada obrigatória para nativos e turistas.

Aberto ao público no último sábado (19), o Museu do Amanhã é o novo símbolo da Cidade Maravilhosa e uma marca relevante na revitalização da Zona Portuária do Rio de Janeiro.

Erguido através de iniciativa da Prefeitura do Rio e da Fundação Roberto Marinho, tem assinatura do arquiteto espanhol Santiago Calatrava. Trata-se de um espaço interativo e experiencial, que propõe uma reflexão sobre o futuro da humanidade.

De formas orgânicas, a edificação, cujo projeto durou cinco anos, foi inspirada nas bromélias e outras inúmeras vegetações do Jardim Botânico, na Zona Sul carioca, estendendo-se às margens da Baía de Guanabara, a partir da Praça Mauá, cercada por espelhos d’água, jardins e ciclovias. 

O museu gera discursos tão amplos quanto ao universo que abrange. O espaço provoca meditações sobre o impacto das ações humanas em relação aos mais diferentes ecossistemas desde o início da presença do homo sapiens, há milhares de anos, até o presente momento.

A visita dura, em média, duas horas e intercala-se em cinco grandes áreas: Cosmos, Terra, antropoceno, amanhã e agora. São 27 pontos experimentais, como classificam os criadores do museu, inseridos em novo conceito de equipamentos culturais, que oferecem não só contemplação, mas interação sensorial.

O horário de funcionamento, de terça a domingo, vai das 10 da manhã às seis da tarde. Ingressos custam dez reais (inteira) e cinco reais (meia). Às terças a entrada é gratuita. Faça um passeio virtual pelo incrível espaço clicando no link: Museu do Amanhã —.
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