quarta-feira, 22 de março de 2017

Polícia Federal precisa abrir também as caixas de leite "Encurta Vida"


Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com


>> Com tanta carne podre misturada com papelão, cabeça de porco contaminada & o carayo a quatro, além de incontáveis produtos embutidos com as mesmas substâncias venenosas, é fácil deduzir porque aumenta a cada dia o número de brasileiros mortos por câncer e outras doenças letais.

E as trevas não param por aí. Vamos ver quando a Polícia Federal fizer uma devassa nas marcas de leite (principalmente os de caixinha) também conhecidos como "Longa Vida", mas que deveriam chamar-se "Encurta Vida".

Não será surpresa se tiver lá dentro, além de formol, soda cáustica, água oxigenada, veneno de cobra, escorpião, aranha caranguejeira, morcego e de outros bichos do gênero. O sabor desses produtos é pra lá de duvidoso. Outro dia comprei na promoção uma caixa com doze unidades da marca "Porto Alegre", desnatado.

Pela manhã, tomei dois copos do tal leite. Poucos minutos depois comecei a sentir uma puta dor de barriga. Parecia que minhas tripas estavam sendo arrancadas por uma força incontrolável. Corri como num passe de mágica pra latrina e caguei mais que pato caipira na chuva. No dia seguinte, já recuperado daquela ziguizira, enviei uma embalagem do produto para análise num laboratório especializado em Juiz de Fora.

Afinal, queria saber que maldição tinha dentro daquele "Encurta Vida". Cobraram-me quarenta contos de réis pela análise e o resultado, segundo atestaram, é que o "referido produto encontrava-se em perfeitas condições de higiene e adequação para o consumo humano". 

Como seguro morreu de véio, tratei de botar aquela coisa no vaso e dar descarga em seguida. Fiquei surpreso com a limpeza que o leite fez na tubulação. Foi como se tivesse jogado soda cáustica no encanamento. Também enviei e-mail para a empresa responsável pela produção e distribuição do referido produto nos mais diferentes pontos do país relatando o fato.

Até o momento, porém, não respostaram minha missiva. Por medida de segurança contra eventuais mal-entendidos, guardei uma embalagem intacta do lado de fora do barraco com os devidos cuidados para evitar que meus dois cães vira-latas acabem se contaminando. Bem que eu podia ter feito um vídeo da baita cagada da qual fui vítima e postado no YouTube. Quem sabe, não teria tido meus "cinco minutos de fama?".
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